Eu sempre fui muito caxias, daquelas que não suportam um trato não cumprido. E eu sempre fui mais incompreensiva comigo do que com os que me deixavam na mão.
Agora aviso que estou flexibilizando as coisas. Ainda acredito que o certo é cumprir tudo e ser boa com todo mundo, mas não tenho mais a compreensão que tinha antes.
Sinceramente, agora me preocupo comigo... e tenho muitas razões pra isso. Egocêntrica? Sim, quem não precisa de si mesmo pra sobreviver?
Dos que têm a crítica na ponta da língua, eu não recebi mais nada além de críticas. Dos que eu fiz um esforço tremendo pra guardar com carinho, eu não recebi mais nada além de veneno. E devo confessar ainda mais sinceramente: que vergonha eu sinto pela mediocridade de vocês.
Se o que faltava era vacina, já providenciaram doses suficientes. Só não vou mandar embora o meu espanto a cada nova maldade porque esse não é o tipo de coisa com a qual eu quero me acostumar.
E se vier uma vontade súbita de questionar as minhas falhas, seja corajoso o suficiente para cuidar das suas. Se questione o que tem me dado para receber o que volta.
Estou mesmo muito magoada, decepcionada, cansada e com vontade de sacudir meia de dúzia de gente.
Não me orgulho das tarefas que não consigo concluir, mas não vou me matar por isso. Há muitas falhas dos dois lados e o ataque só vem pra mim. Eu me cansei.
Não sou perfeita, não dou conta de tudo e não vou me esforçar para dar mais a quem só me machuca.
quinta-feira, 17 de junho de 2010
segunda-feira, 14 de junho de 2010
Hoje você merece uma reedição. Merecia um "vai pastar", mas estou de bom humor.
Na verdade, quem não conseguiu me oferecer nem respeito não merecia coisa alguma.
domingo, 8 de novembro de 2009
Você me ofende.
Ofende meu bom gosto, meu bom senso.
Ofende minha inteligência, minha intuição.
Ofende meus valores e minhas utopias.
Ofende a minha decência e o meu amor próprio.
Vivendo você me ofende. Me ofenderia ainda que vegetasse.
Você me ofende com as suas palavras e mais ainda com o seu silêncio.
Você me ofende profundamente.
Na verdade, quem não conseguiu me oferecer nem respeito não merecia coisa alguma.
domingo, 8 de novembro de 2009
Você me ofende.
Ofende meu bom gosto, meu bom senso.
Ofende minha inteligência, minha intuição.
Ofende meus valores e minhas utopias.
Ofende a minha decência e o meu amor próprio.
Vivendo você me ofende. Me ofenderia ainda que vegetasse.
Você me ofende com as suas palavras e mais ainda com o seu silêncio.
Você me ofende profundamente.
quinta-feira, 3 de junho de 2010
Seu cheiro do inverno passado
Vem chegando mais um inverno e eu mais uma vez tento me convencer de que o cheiro desse hidratante na minha pele é meu e não seu.
Preciso fazer um esforço gigante pra aceitar que todas as lingeries não foram compradas em vão, que só mudaram de tempo.
Chegam tantos outros dias e eu não me canso de indagar até quando vou ter que te levar comigo.
Eu me vejo tão realizada e cheia de coisas pra cuidar. Passo uma semana inteira achando que você não é mais muita coisa. Me jogo no trabalho e nem me lembro que não ouvi seu bom dia e nem ri das suas piadas idiotas. Até que ouço uma daquelas músicas e me dou conta de que você nunca passa. De um jeito ou de outro, você sempre está aqui.
Às vezes, tenho vontade de te chacoalhar e pedir que me olhe, ao menos uma vez, como uma possibilidade. Dia sim, dia não, me seguro pra não te pedir pra voltar. E, sabendo de que nada adiantaria, eu faço de conta que não foi tudo isso e me convenço de que pelo menos com o orgulho inteiro eu saí (quanta bobagem). Faço de conta de que não foi nada demais.
Eu tenho mil coisas pra te contar, mas tenho certeza que ficaria muda na primeira oportunidade de te encarar.
Sei que nunca te amei e isso não me tranquiliza em nada. Se eu ao menos soubesse que loucura é essa...
Só sei da minha vontade de te dar um beijo, de zombar da sua cara, de te contar dos meus atropelos e desse cheiro do hidratante do inverno passado...
Me lembro de vc como se tudo fosse simples como um "just say yes"
http://www.youtube.com/watch?v=vW1hv37imjw
Preciso fazer um esforço gigante pra aceitar que todas as lingeries não foram compradas em vão, que só mudaram de tempo.
Chegam tantos outros dias e eu não me canso de indagar até quando vou ter que te levar comigo.
Eu me vejo tão realizada e cheia de coisas pra cuidar. Passo uma semana inteira achando que você não é mais muita coisa. Me jogo no trabalho e nem me lembro que não ouvi seu bom dia e nem ri das suas piadas idiotas. Até que ouço uma daquelas músicas e me dou conta de que você nunca passa. De um jeito ou de outro, você sempre está aqui.
Às vezes, tenho vontade de te chacoalhar e pedir que me olhe, ao menos uma vez, como uma possibilidade. Dia sim, dia não, me seguro pra não te pedir pra voltar. E, sabendo de que nada adiantaria, eu faço de conta que não foi tudo isso e me convenço de que pelo menos com o orgulho inteiro eu saí (quanta bobagem). Faço de conta de que não foi nada demais.
Eu tenho mil coisas pra te contar, mas tenho certeza que ficaria muda na primeira oportunidade de te encarar.
Sei que nunca te amei e isso não me tranquiliza em nada. Se eu ao menos soubesse que loucura é essa...
Só sei da minha vontade de te dar um beijo, de zombar da sua cara, de te contar dos meus atropelos e desse cheiro do hidratante do inverno passado...
Me lembro de vc como se tudo fosse simples como um "just say yes"
http://www.youtube.com/watch?v=vW1hv37imjw
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